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Propostas da
Lista B - Novos Desafios, Novos Rumos
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Carta de valores e princípios e de integridade académica
Princípios orientadores da candidatura ao conselho geral da Universidade do Minho
Síntese programática
NOVOS DESAFIOS, NOVOS RUMOS: apresentação
Escolhemos para nome deste movimento de reflexão sobre a nossa universidade a expressão ‘novos desafios, novos rumos’. Com ela pretendemos convocar o que de melhor pode oferecer a reflexão livre e generosa – admitir o desafio da razão e equacionar as possibilidades do rumo. É este o olhar que pretendemos emprestar às leituras neste movimento viabilizadas.
DESAFIO: Animar a investigação
O conhecimento é importante activo das organizações e a universidade sua principal criadora. A sustentabilidade nacional depende da nossa capacidade criativa para gerar e gerir conhecimento, promovendo a sua actualização e disseminação, tornando estas dimensões suportes da excelência organizacional.
DESAFIO: Potenciar a formação
A perda do valor matricial da interdisciplinaridade prejudica os projectos formativos. A aplicação súbita, na maior parte dos cursos, do modelo de Bolonha teve como nefasto efeito perdas na promissora interdisciplinaridade que, associada a desajustamento entre projectos formativos e condições organizacionais, penaliza o ideário de Bolonha.
DESAFIO: Libertar o empreendedorismo
A competição que organiza os mercados é geradora de indesejáveis efeitos. Contudo, também permite desejáveis vantagens que a universidade deve explorar sob pena de comprometer a realização da sua responsabilidade social.
DESAFIO: Valorizar a comunidade de organizações e pessoas
É dominante a tendência para o ajustamento das organizações à globalização generalizada. Contudo, a par dessa adaptação ao mercado global, existe necessidade de apostar na adaptação ao mercado regional, sob pena de incumprimento da nobre missão que nos foi confiada e que de nós a sociedade espera.
DESAFIO: Ombrear pelo desenvolvimento
A tendência do desenvolvimento das organizações assenta na cooperação. A complexidade deste processo é reconhecidamente elevada, mas as suas cinergéticas vantagens também são reconhecidas, pois multiplicam as oportunidades de recursos e projectos para benefícios mútuos.
DESAFIO: Dinamizar a cultura
Uma sociedade que não sabe valorizar o que é especificamente seu, não sabe qual o seu lugar no concerto dos povos. A cultura é capital de primeira importância e merece todo o esforço necessário para potenciar o seu valor identitário e económico, objectivo que merece atenção e recursos.
DESAFIO: Melhorar a qualidade de vida no campus
O ambiente não é mais visto como contexto, mas como recurso da organização. O ritmo exponencial da evolução da ciência e da tecnologia, a internacionalização e a globalização implicam novas exigências na arquitectura de espaços e lugares e na configuração dos ambientes de trabalho no campus universitário.
DESAFIO: Assumir a responsabilidade social
A Responsabilidade Social está a atrair as políticas das organizações. Ultrapassou os estreitos limites da filantropia, integrou a ética, conquistou os deveres das organizações para com a economia, o ambiente e a sociedade e, progressiva e ousadamente, envolve o respeito pelas expectativas e necessidades de todas as entidades interessadas na sua actuação.
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